domingo, 27 de novembro de 2011

Estratégias de Ensino

Com certeza, aplicar um jogo matemático que tenha relação direta com um conteúdo é muito trabalhoso,  mas a resposta dos alunos é mais satisfatória do  que a tradicional aula quadro e giz.

Para que as aplicações dos jogos curriculares sejam positivas, esses devem fazer parte da estratégia pedagógica do professor  durante todo o ano letivo, não deve ser trabalhado aleatoriamente e ao aplicá-lo deve dar ao aluno a oportunidade de comunicar, interagir para que formulem as suas próprias opiniões.
Exemplos de Jogos:
 Jogo de tabuleiro - brincadeira de matemática
objetivo: Reconhecer as quantidades e identificar os números.
Material
• 01 cubo com numerais de 1 a 6;
• 01 tabuleiro;
• 50 tampinhas de garrafas pet
Desenvolvimento: Os jogadores sentados em círculo um de frente ao outro jogam o dado. Conforme o número obtido no dado, deverá colocar a mesma quantidade de tampas na parte correspondente do tabuleiro.
Por exemplo: se sair a face 2, colocará 2 tampas na parte que contém 2 bolinhas do seu lado do tabuleiro.
Vence quem primeiro encher o seu lado.no final da atividade distribuir meia folha de ofício e propor que escrevam os números que a professora ditar.
TIRA E PÕE
objetivo: trabalhar a quantidade e relacionar as propiedades de adição e subtração envolvendo agrupamentos.Material :· 4 tabuleiros contendo 12 quadrados;
· Diversas tampinhas;
· 30 fichas vermelhas (1cm x 1cm) em cartolina;
· 1 cubo que apresenta 3 faces com
quantidades de um a três, coloridas de azul e
outras 3 faces, da mesma forma, coloridas de vermelho.
Desenvolvimento:O objetivo de cada criança é encher o tabuleiro com tampinhas,
sendo que ela coloca o número correspondente de tampinhas
se o dado cair na face azul e retira o número correspondente
de tampinhas, se o dado cair na face vermelha.
Caso não tenha tampinhas suficientes para a retirada,
ela pega esta quantidade em fichas vermelhas.





MEMÓRIA COM SOMA - atividades de matemática, educação infantil
Ojetivo: levar a turma a decompor números.
Material
· 1 baralho com 20 cartas (4 figuras ou naipes diferentes,
com quantidades de 1 a 5, com as figuras dispostas
de maneiras diferentes)·
1 baralho de numerais constituído de 9 cartas
contendo numerais de 2 a 10 (com o verso de uma outra cor)
Desenvolvimento:
Arrumar as cartas com numerais separadas
do baralho padrão, dispostas em filas.
Cada criança, na sua vez, vira duas cartas do baralho
padrão e depois uma dos numerais.
Se a soma das duas cartas for igual a do numeral,
fica com as cartas do baralho padrão e
a do numeral é recolocada no lugar.
Quando erra, devolve-se as cartas no lugar.
Variação:
Vira-se primeiro uma carta dos numerais e
a seguir vai virando uma a uma as cartas do baralho
padrão até que a soma seja igual ou maior a do numeral.
Se der igual, ficam com as cartas do baralho padrão.
Se der maior, devolvem-se as cartas.

Novas Didaticas

As novas didáticas se apresentam como uma crítica às didáticas tradicionais vindo como alternativas propostas a todos que não se contentam com as formas clássicas do ensino e do trabalho escolar.

Elas se caracterizam por:
1) considerarem o aluno como sujeito ativo da sua aprendizagem,
2) a construção de novos saberes centrado não apenas em atividades adequadas, mas também nas interações sociais,
3) privilegiar as competências funcionais e globais aos saberes fragmentados,
4) consolidar as aprendizagens na “vivência dos alunos,
5) respeitar a diversidade de culturas e personalidade,
6) valorizar a autonomia da criança,
7) motivação relacionada com o prazer e a vontade de descobrir e de fazer,
8) dar importância as tarefas cooperativas,
9) a ênfase dada à educação e ao desenvolvimento da pessoa.

Interacionismo

As teorias interacionistas relacionam os alunos com os objetos de conhecimento.

Principios fundamentais das teorias Interacionistas:
1) Sujeito Ativo: O alunos possui conhecimentos prévios;
2) O papel do professor não é transmitir o conhecimento, porquê aprender depende do sujeito.
3) O professor Orienta o processo de aprendizagem (mediador do conhecimento).

Como Aprendemos?
-> Refletindo em diferentes situações;
-> Comunicando (linguagens);
-> Organizando o conhecimento;
-> Exemplificando.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Novo Ensino Médio

" Divisão em três áreas:A organização em três áreas tem como base a reunião daqueles conhecimentos que compartilham objetos de estudo dentro de uma perspectiva de interdisciplinaridade."(Christien e Marcelo).

Essa situação que vem sendo discutida recentemente é de fato alarmante.
Como poderemos obrigar diferentes professores a trabalharem em conjunto? Calma a idéia não é de todo mal, porém, temos varios casos de divergencias entre os próprios professores nas escolas. Diga agora como colocar os professores que possuem atritos a trabalharem mutuamente em uma perspectiva interdisciplinar? é uma cituação ligeiramente delicada e que deverá ser tratada com mais cautela.

Fica então um pedido de calma e cuidado. Até porque de 'Boas intenções a cadeia está cheia'.

Temas Transversais

 Os temas Tranversais em Teorias de currículo, vem valorizar a diversidade e a singularidade dos estudantes. É um ramo do conhecimento que fica oculto entre as disciplinas, até porque os temas transversais perpassam todas as disciplinas curriculares.
 Mas quem são os temas transversais? São entre eles Ética, Saúde, Meio Ambiente, Orientação Sexual e Pluralidade Cultural.
 Podemos nos perguntar até o porque de tals abordagens no ensino de Matemática, por exemplo, mas é de maior importancia termos a compreensão de que os nossos alunos serão futuros cidadãos e cidadãs, e que a eles o futuro pertence.
 Se nos importamos realmente com o futuro que teremos, devemos desde ja começar a criar "Bom senso" na cabeça de nossas crianças fazendo-os diferenciar o certo do errado. E somente assim consiguiremos dormir tranquilamente anoite.

sábado, 1 de outubro de 2011

Contribuição para melhorar os desfios da Escola, quem sabe escutando os Alunos ?

  A maior parte do que se ensina não é percebido pelos alunos como significativo. Cabe ao professor mostrar aos alunos a importância e a especifidade de cada disciplina.
  Uma boa escola depende fundamentalmente de contar com gestores e educadores bem preparados, remunerados, motivados e que possuam comprovada competência intelectual, emocional, comunicacional e ética. Sem bons gestores e professores nenhum projeto pedagógico será interessante, inovador. Não há tecnologias avançadas que salvem maus profissionais.
  A escola e a universidade precisam reaprender a aprender, a serem mais úteis, a prestar serviços mais relevantes à sociedade, a saírem do casulo em que se encontram. A maioria das escolas e universidades se distancia velozmente da sociedade, das demandas atuais. Sobrevivem porque são os espaços obrigatórios e legitimados pelo Estado. Os alunos freqüentam muitas aulas porque são obrigados, não porque sintam que vale a pena.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Função Social da Escola

   A escola centrada no pleno desenvolvimento do aluno precisa estar buscando maneiras de fazer deste processo educativo algo prazeroso. Nesse sentido, o objetivo mais interessante é refletir sobre como esse processo tem acontecido, e o que é possível ser feito para obter melhores resultados, referindo-se aos atores deste palco: professores, coordenadores, alunos e comunidade (família), procurando, assim, resgatar a função social da escola. Onde o aluno encontre motivos para estar ali e participar de maneira ativa, construindo seu aprendizado, pois, uma sociedade só é de fato democrática quando os cidadãos que dela fazem parte tem condições reais de participarem no meio social e de exercerem sua cidadania, e o caminho a ser seguido para chegar a esse patamar é um processo educativo.